O dólar alto e o mercado imobiliário no Brasil

01/07/2020

A recente crise do COVID-19 causou um verdadeiro rebuliço no mercado financeiro do Brasil e do mundo. Quem acompanha as movimentações da Bolsa ficou sabendo que, só no mês de março de 2020, a Bovespa acionou o circuit breaker 6 vezes e interrompeu negociações. Em um contexto de tanta incerteza, investir em imóveis é uma alternativa?

Venha descobrir conosco neste texto!

O mercado financeiro do Brasil em 2020

Mas não é apenas o Coronavírus que tem impactado o mercado financeiro brasileiro. Para quem investe no tesouro direto e na renda fixa, a taxa básica de juros (Selic) do mercado brasileiro atingiu seu menor patamar histórico: 2,25% ao ano.

Isto significa consequentemente que todos os títulos de renda fixa atrelados a esta taxa apresentam menor rentabilidade, bem como a taxa de Certificado de Depósito Interbancário (CDI), valor diário que também serve de referência para o rendimento de vários papéis de rendimento pré-fixado.

Desta forma, quem aplica boa parte de seus recursos nos títulos de renda fixa, mesmo correndo baixos riscos, pode estar perdendo dinheiro agora e nos próximos meses. Com o dólar alto - acima dos R$ 5 em março - e o enfraquecimento do PIB brasileiro causado pela crise COVID-19, a tendência é que o Real fique ainda mais desvalorizado.

Quem está disposto a correr mais riscos e aplicar o dinheiro no mercado de ações também não está muito esperançoso. O índice Bovespa, que estava acima dos 100 mil pontos em meados de janeiro, já está amargando uma depreciação acumulada de cerca de 25%, girando em torno dos 74 mil pontos.

A cada vez que a Bolsa perdia 10% de suas negociações, o pregão era interrompido temporariamente - o chamado circuit breaker - só em março, este dispositivo foi acionado seis vezes.

Um dado que explicita bastante a volatilidade do mercado financeiro neste mês intenso são as ações da Petrobras. Apenas em março, a petrolífera de economia mista perdeu mais de 200 bilhões em valor de mercado.

Mas o que isso quer nos dizer? Bem, essa é uma prova indelével de que o mercado financeiro é extremamente sensível a crises cujas razões são inesperadas ou vindas de uma força maior, como o caso de uma pandemia mundial sentida por nós.

É razoável que a maioria dos investidores perca parte de seu capital em um momento como esse. Mas existe uma alternativa para reduzir prejuízos, proteger o patrimônio da falência e recuperar valor ao no médio prazo? Sim: o mercado imobiliário.

 

O mercado imobiliário como um investimento seguro

Ao passo que o tesouro direto submete o investidor a baixos riscos, ele ainda está sujeito às oscilações do mercado financeiro de uma maneira que o mercado imobiliário não está. Por isso, quem investe em um imóvel protege seu patrimônio da quebra e assegura uma valorização em médio e longo prazo.

O momento para investir em um imóvel é agora. Segundo a série histórica do índice Fipezap, a valorização dos imóveis no Rio tem encolhido desde 2013 até meados de 2018, quando voltou a reagir.

Porém, com o cenário hostil do mercado financeiro, a tendência é que milhares de investidores tirem dinheiro das ações e fundos de investimento para comprar imóveis, portanto, o preço dos bens deve subir. Compre seu imóvel agora e aproveite a tendência de valorização antes que os imóveis atinjam um pico de valor.

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