Conheça os motivos para colocar seu imóvel para alugar e ter um rendimento melhor que as aplicações bancárias

25/01/2021

 

Investir financeiramente não é de hoje, e convenhamos que, com o passar dos anos, as opções para obter rentabilidades futuras vêm aumentando. Mas afinal, no cenário atual, qual poderia ser a melhor alternativa para evitar tropeços financeiros?

Considerado um dos mais tradicionais tipos de aplicação financeira, o investimento imobiliário vem crescendo bastante entre brasileiros. Os estímulos para esse tipo de ação têm origem numa maior sensação de estabilidade e segurança, afinal quanto antes se investir neste tipo de aplicação, melhor!

Para entender um pouco mais sobre o assunto, continue a leitura a seguir.

O que são aplicações de renda fixa?

O investimento, antes de tudo, nada mais é do que a aplicação de determinado recurso (dinheiro ou títulos) no intuito de receber retornos superiores ao aplicado no futuro, compensando, inclusive, a perda inicial no período de aplicação.

A compra de um imóvel com o fim de recebimento de rendimentos – seja através de aluguéis ou até valorização do imóvel ao longo dos anos – também se configura como um tipo de aplicação.

As aplicações em renda fixa, por sua vez, são investimentos cujo rendimento (taxa de juros) é determinada no momento da compra do título. Pode, além disso, ser pré-fixada, quando a rentabilidade flutua de acordo com o índice de referência escolhido (como é o caso da Selic), ou então pós-fixada.

Em aplicações de renda variável, por outro lado, não há determinação do rendimento, ou seja, dependem de eventos futuros, como fatores econômicos.

Quais as características de um investimento imobiliário?



Entre os principais motivos de procura de aluguel entre locatários, estão lojas, galpões, escritórios ou o mais usual: moradias. Os investimentos imobiliários possuem uma peculiaridade, pois podem ter características tanto de renda fixa quanto de renda variável. Quando alugados, os imóveis geram rendimento fixo todo mês através do locatário.

Não há determinação prévia de rentabilidade, no entanto, quando o investidor pretende depender a valorização ou não dos imóveis, visto que o valor flutua de acordo com o tempo e variáveis macroeconômicas.

Como um investimento mobiliário pode ser melhor do que um investimento em renda fixa?

Durante um bom tempo, os rendimentos de renda fixa por aluguel perderam bastante para a rentabilidade em aplicações de renda fixa. Desde 2019, no entanto, houve uma queda na taxa básica de juros (Selic) para uma mínima histórica de 5,5% ao ano.

Por outro lado, a taxa média de 0,38% ao mês da locação residencial – com correção anual pela inflação – passou a superar o rendimento do CDI e, ao mesmo tempo, os juros pagos semestralmente por títulos do tipo Tesouro IPCA+ de médio prazo.

Neste cenário diferente, trata-se de um retorno de cerca de 4,6% no aluguel, com correção anual do valor pela inflação diante de juro real de 2,8% ao ano no Tesouro IPCA + 2024! Outro ponto que corrobora com esta situação é a larga tendência de procura por imóveis residenciais para aluguel, muito mais do que para compra. Há cinco anos atrás, a realidade era completamente inversa.

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